I'm bulletproof
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Já estou cansada disso tudo. Cansada de ser sempre a última opção, quando eu, na verdade, queria ser a primeira. Dói tanto e eu nunca aprendo. Não sou forte, então não aja como se eu fosse.
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MADE IN BRAZIL :::::::::::::::::: ENTAO PORQUE ESSA PORRA TÁ EM INGLÊS????!


Ninguém tem coragem de dizer o que escreve.


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“Sou ciúmenta, e foda-se.”


— você olhou. — Digo empurrando-o assim que passa uma garota na nossa frente.
— Não… — ele discorda com um sorriso tão perverso quanto seu olhar.
— Você olhou que eu vi. — Cruzo os braços esperando que ele peça desculpas; Mas eu conheço ele o bastante para saber que ele não faria isso.
— Viu que gostosa ? — Autch. ele sorri para me provocar mais ainda e solta um gargalhada.
— Af, eu num disse.. Vocês homens amam um rabo de saia. — Digo na defensiva. Ele fixa o olhar em minhas pernas.
— Daniel.
— ahn? - Ele murmura sem tirar os olhos das minhas pernas. Dou um risinho abafado e um tapinha em seu rosto. Começo a rir. Ele fica serio.
— Você sabe que eu não suporto tapas no rosto.
— Você sabe que eu odeio quando você olha pras minhas pernas.
— O meu rosto tá ardendo, louca.
— bem feito. — Digo virando o rosto.
— Criança. — diz ele se aproximando de mim. — Bia. — ele murmura no meu ouvido.
— Oi Daniel. — Cruzo os braços, sem olhar para ele.
— você é gostosa. — ele da um sorrisinho safado.
— você é um… — paro e o empurro para longe de mim.
— Continua… — ele sorri. — estou gostando da conversa.
— Pede praquela vadia continuar.
— Você fica linda com ciúmes, Bia.
— E você fica lindo com essa marca vermelha de mão no rosto — Sorrio enquanto ele começa a rir. Ele me puxa para perto dele, e me abraca com força por trás, passando o braço em minha cintura.
— Eu não olhei para ela. — Diz ele dando beijinhos na minha nuca.
— Sei que não. — Ele me empurra de leve e finge uma cara de bravo para mim.
— Bia, você estava esse tempo todo fingindo? — Ele continua com a cara de bravo. — Sua louca. — Sorrio para ele. Sim, sua louca.
— Mas que você ama um rabo de saía, é verdade. — Digo para despistar as minhas bochechas vermelhas.
— eu amo. — Ele me vira de frente para ele e me da um selinho. — Por isso vivo olhando para suas pernas.
— Quer dizer então, que você prefere minhas pernas do que eu?
— Deixa de falar coisas idiotas, Bia. Se são suas pernas, faz parte de você. — Diz ele rindo.
— As vezes eu te odeio tanto. — digo olhando nos olhos dele e rindo.
— Opa, acho que você decorou a fala errada. — Ele ri — Essa seria a hora que você diz que me ama.
— odeio fazer o que esperam de mim. — digo me desprendendo de seus braços.
— Eu espero que voce não me leve para a cama hoje. — sorrio enquanto Daniel diz isso.
— não vale fazer joguinhos comigo, retardado. — comeco a rir. — não gosto de jogos.
— Tudo bem , mas não foi isso que a senhora odeio jogos disse naquele dia que te mostrei aquele dadinho e a gente começou a brincar.— Ele solta uma gargalhada que ecoa por toda a rua. Depois, ele me da um beijo forte e aperta minha mao.
— me leva para casa. — Peço em um sussurro.
— Depende do que vamos fazer. — ele sorri.
— a gente pode brincar daquela brincadeira em que você cala a boca e vai fazer alguma coisa que presta, e eu fico calada também.
— 69? — ele me da um olhar sedutor e se aproxima de mim. — Vamos ficar caladinhos. Reviro os olhos e entro no carro. Ele me leva até a porta de casa e a abre com cuidado para mim.
— fica… — Sussurro.
— Aonde? — Na minha vida. Pra sempre.
— Aqui. — È o que consigo dizer.
— Só se voce me chamar de amor. — Ele cruza os braços na frente do peito.
— eu não te amo. — Digo sorrindo.
— entao eu não preciso ficar, certo? — ele vira de costas, pronto para sair.
— Amor… — sussurro. Mesmo de costas, sei que ele esta sorrindo.
—- Eu nao esperava que você ia mudar de idéia tão fácil, Bia — diz ele sorrindo. — ah, esqueci, você não aceita perder.
— eu nao ia perder nada. — digo fechando a cara.
— você é tão sexy com essa cara de brava, sabia?
— você é idiota assim sempre?
não, só você que sabe me deixar assim.


Ya Lima  — Sou ciúmenta, e foda-se.  (via i-ngenuidade)

Como tudo começou.
Eu andava, admito, distraída na rua. Na verdade, eu sempre andava assim, sem olhar as ruas na hora de atravessar, sem me importar com quem andava ao meu lado, ou na frente. Segurei a bolsa com firmeza contra o meu corpo e reclamei mentalmente de ter esquecido os óculos escuros em casa, o sol queimava meus olhos e eu não podia fazer nada. Ajeito os livros em minha mão, e dou um ligeiro sorriso de lado para mim mesma. “ótimo, esqueci o de matemática.” A faculdade não ficava tão longe dali, era só atravessar uma rua… Ouço um barulho de algo parando ao meu lado e uma buzina apressada; Olho para baixo e percebo que eu estava em cima da faixa de pedestre, e a buzina era de uma moto que se não fosse pelo bom-senso, teria me atropelado. O susto me faz derrubar todos os livros pela rua. Meu sangue ferve. A rua estava parada, junto-os com raiva e vejo um par de sapatos se aproximar de mim.
—Deixa eu te ajudar. — Ele se abaixa e começa a pegar os livros. Tomo-os de sua mão e digo:
— Não precisa, você fez muitos estragos por hoje. — Bufo.
— Quem não olhou a rua para atravessar foi você.
— Faixa de pedestre.
— Você nem viu que ela estava ali. — Vejo ele dar um sorriso, e tudo se iluminou. Afasto todos pensamentos e me levanto. Ele vai embora, e eu vou também. Eu já comentei que o destino engana? Pois é, tudo engana. Chego na faculdade e descubro que as aulas haviam sido adiadas por greve. Bufo outra vez. Retorno pelo caminho da saída, e paro um pouco para beber água.
— Está mais calma? — Pergunta. Me viro, limpando os lábios e miro em seus olhos. Cinzas como um mar em fúria. Reviro os olhos.
— Ridículo. — Ando, deixando-o para trás.
— Ei, — Chama ele. — Eu queria pedir desculpas pelo o que aconteceu. Eu não queria derrubar seus livros, ou… Quase matar você. — Ele solta uma gargalhada doce. Paro de andar. — Quer tomar um café comigo? é rapidinho, só conversar. — Me viro, tentando esconder um sorriso que queria se libertar.
— Rápido?
— Prometo. — Ele me alcança e vamos para a lanchonete. Ele pede um café e alguns salgados para a gente, não posso deixar de perceber uma tatuagem na altura do seus pescoço. Ele percebe meus olhos no local. — Já está examinando meu corpo? — Me coro e viro o rosto para o lado dando um sorriso.
— Achei… interessante. Pietra. Asinhas de anjo. Quem é? Alguma namorada? — Pergunto rindo.
— Minha irmã. — Ele abaixa os olhos. — Ela faleceu.
— ah sinto muito. — Deslizo as mãos até as suas e as toco. Quente. Suave. — Você faz que curso?
— Design gráfico. — Ele diz transformando dor em sorriso. — E você?
— Jornalismo. — Dou um sorriso para retribuir o seu.
— Que lindo, uma jornalista. — Ele sorri. — Aposto que seu “quase atropelamento” vai aparecer no jornal. — Ele ri.
— Bem que merecia. “Motorista apressado não percebe moça inocente e quase a atropela”
— Moça inocente. — Diz ele com desdém. — Pelo o que eu percebi, de inocente você não tem nada. — Ele pega meu caderno e olha na última folha. Tento toma-lo de suas mãos.
— Me dê isso agora!
— Porque?
— Porque sim!
— hm, vamos ver… Corações, um “D” dentro do coração. — Ele sorri. — Porque um “D”? Você tem namorado?
— Não, mas um dia tive um sonho onde eu olhava minha aliança de casamento e nela tinha gravado um “D”.
— Ah. — Ele sorri e abaixa os olhos. — Como você chama?
— Bianca. — Digo em um sorriso. A voz dele chegava me acalmar, até. Doce, forte, grave. Eu não sabia o que sentir. Mas eu sentia que ele sabia a próxima pergunta que viria a seguir, e ele precisava de dizer aquela resposta para todas perguntas em minha mente se tornarem claras como o dia. — E você, qual o seu nome?
— Daniel.

Yara Lima — Como tudo começou.  (via i-ngenuidade)

Mandem sugestões para nomes de blogsfemininos (nomes fodas, tipo Depois dos quinze) quem mandar o melhor serà indicado e terá um link especial no meu tumblr


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Eu de novo anony haha


Ninguém tem coragem de dizer o que escreve.